Mostrar mensagens com a etiqueta raparigas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta raparigas. Mostrar todas as mensagens

domingo, 8 de março de 2015

PARABÉNS A NÓS, MULHERES


PARABÉNS A NÓS, MULHERES,

Parabéns por tudo o que fomos no passado, 
por tudo o que somos no presente. 
e por tudo o que seremos no futuro.


PARABÉNS A NÓS, MULHERES, 
porque apesar de todas as dificuldades, 
da forma como fomos tratadas como inferiores, durante anos, 
nunca desistimos de lutar por nós mesmas, pelos nossos direitos.


PARABÉNS A NÓS, MULHERES, 
porque ultrapassamos barreiras, 
julgamentos, 
critícas, 
dificuldades, 
só por causa do nosso género.


PARABÉNS A NÓS, MULHERES, 
por nunca desistirem de lutar por aquilo que acreditam, 
por fazerem do mundo um lugar melhor, 
por lutarem por direitos iguais aos dos homens.


PARABÉNS A NÓS, MULHERES, 
que demonstram todos os dias, 
que não é por sermos MULHERES que somos inferiores a alguém.


PARABÉNS A NÓS, MULHERES, 
por combaterem as injustiças de julgamentos e machismos parvos, em pleno século XXI.


PARABÉNS A NÓS, MULHERES, 
por sermos incríveis, 
por irmos a luta, 
por não desistirmos, 
por sermos nós próprias, 
por nunca deixarmos de acreditar que um mundo onde a igualdade de género é possível.


Tenho orgulho em ser mulher, 
em lutar por aquilo em que acredito, 
em não desistir, 
em demonstrar todos os dias que não é por ser mulher que sou inferior a alguém...


Obrigada mulheres do passado, por lutarem pelos vossos direitos na altura em que o mundo nos reprimia e tratava como objecto, quando não queriam que pensássemos pela nossa cabeça.

Obrigada mulheres do presente, por não desistirem da luta, por continuarem a lutar pelos nosso direitos, pela igualdade de género, de salários, de direitos...

Obrigada mulheres do futuro, porque com certeza não vão desistir da luta.

PARABÉNS A NÓS, MULHERES, 
porque por tudo o que pássamos no passado e por aquilo que pássamos no presente, merecemos um dia dedicado a nós.

Porque somos todas especiais e mudámos o mundo.

«Sandy»

quarta-feira, 27 de março de 2013

O "perigo" das generalizações.






Depois de ter visto tanta indignação dirigida à reportagem da TVI, decidi vê-la e perceber o porquê disto estar a acontecer.

A reportagem, não diz nada para além da verdade, embora eu ache que quando se mostram os exemplos menos bons da nossa juventude, mesmo sendo isso que vende e que dá audiências, deve-se também mostrar aquilo que temos de bom e de melhor.

Generalizar só trás indignação, má disposição e acima de tudo, mal entendidos.

Depois do que vi, sinto-me muito bem comigo mesma, por ser uma excepção àquela que mostram como a regra do nosso país.

Só tenho a agradecer a quem me educou, aos meus avós, à minha mãe e à minha restante família que sempre tive por perto. A sério, sinto-me mesmo feliz por não me enquadrar no grupo de jovens que está idealizado na reportagem.

Numa sociedade onde o sexo está cada vez mais banalizado, e onde miúdas cada vez mais novas andam com roupa cada vez mais curta, consigo perceber o porquê desta generalização.

Percebo porque esta é a regra da sociedade, percebo porque é com estas imagens que somos bombardeados não só na televisão, mas também nas revistas e nos locais públicos.

Percebo, mas não acho bem nem concordo com a generalização.

Porque no meio de tanta coisa má, há sempre alguém que se destaca pelo lado positivo.

Há sempre alguém que é diferente e que não vive para dar nas vistas ou chamar à atenção.

Muita da culpa do que está demonstrado na reportagem é dos pais de quem lá está a dar a cara.

Não me venham com tretas a dizer que a culpa é dos “Morangos com Açúcar”2, da “Casa dos Segredos” e do “Big Brother”.

A TVI não obriga ninguém a ver tais programas. Vocês vêem porque querem.

Admito, também tive a minha altura de os ver, mas tenho 21 anos e não acho que tenha sido por causa disso que comecei a sair com roupa curta, a meter-me com cada gajo que me aparece à frente ou a apanhar bebedeiras em cada saída à noite.

Muito pelo contrário, saio à noite para me divertir e não para ficar bêbeda, sou exigente e tenho amor-próprio suficiente para saber dizer “NÃO” à quantidade de imbecis que aparecem na noite e que só querem cama, valorizo-me ao ponto de saber “chamar à atenção” sem precisar de usar roupa curta ou saltos altos.

Para mim, boa conversa atrai muito mais que pouca roupa.

É triste ver como os nossos jovens são caracterizados, é triste ver que para além duma crise financeira, cada vez mais existe uma crise de valores neste país.

Mas, apesar de tudo isto, sinto-me feliz, porque sei que não sou em nada parecida com esta generalização.

Gosto de ser a “anormalidade”, pois aquilo que está representado na reportagem é cada vez mais a “normalidade” neste país.

Como li num comentário na página da TVI, “Façam uma reportagem com cinco miúdas com alguma cabecinha e coerência. Eu sei meus senhores, eu sei que Portugal foi trespassado ao pessoal da mini-saia e do engate, mas podemos voltar a trespassá-lo ao pessoal do pijama e da pantufa? É tão mais importante almoçar valores e jantar valores do que ouvir a famosa conversa do "tomamos um cafezinho e logo se vê." Vamos acordar, minha gente.”. 

Eu não podia concordar mais com isto, porque tem que se mostrar que ainda há excepções à regra.

E orgulho-me de puder dizer que sou uma delas. 

«Sandy»

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Muito prazer, o meu nome é Sandra, and this is me! ;)

Sincera
Alegre
Natural
Decidida
Responsável
Amiga

Perfeccionista
Ambiciosa (q.b.)
Única
Livre
Atenciosa

Curiosa
Orgulhosa
Extrovertida
Leal
Humilde
Optimista

Rebelde (q.b.)
Exigente
Brincalhona
Eficiente
Lutadora
Observadora

Sim, esta sou eu, sem tirar nem pôr... :)

Quem gosta, parabéns, tem uma amiga para a vida, quem não gosta, não me faz diferença, sei muito bem com quem posso contar...


A todos vocês que apesar de todos os defeitos que tenha, (que são bastantes, não sou, nem quero ser perfeita) estão ao meu lado, obrigada por me aceitarem tal como eu sou! :)  

«Sandy»