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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Thor, 2011



Resumo: 

"Aventura que une o Universo Marvel dos dias de hoje com o reino místico de Asgard.

No centro da história está o Poderoso Thor, um forte, porém arrogante guerreiro, cujas imprudentes atitudes reacendem um antiga guerra. 

Como resultado, Thor é banido para a Terra, onde é obrigado a viver entre os humanos. 


Quando o mais perigoso vilão do seu mundo, envia as forças das trevas para invadir o nosso planeta, Thor aprende aquilo que é necessário para ser um verdadeiro herói."


Numa noite de insónias, com as séries todas em dia, sem nada para ver, decidi ver um filme…xD
 
Estava indecisa entre qual escolher, mas optei por este, depois de me dizerem que era melhor vê-lo antes daquele que tinha em mente ver porque serve de antecipação ao mesmo.
 
Para começar, gostei muito do filme… Cenários fantásticos, uma história que prende a atenção e nos deixa curiosos pelo desenrolar da acção.
 
Resumindo, fiquei rendida.
 
Gostei do actor principal, acho sinceramente que fez um bom trabalho ao desempenhar Thor, consegue demonstrar a sua arrogância no início do filme, que ajuda ao desenvolvimento da história, mas também nos consegue mostrar a evolução do seu carácter, quando depois de banido pelo seu pai de Asgard, “cai” na terra e conhece aquela que será a sua “salvação”.
 
Para quem não acredita que o amor nos modifica, Thor é grande prova de que estamos errados. No caso dele, foi o amor que o salvou e o ajudou a ver que ainda tinha muito para aprender, ajudando-o a pôr a arrogância de lado e a ver o mundo com outros olhos.
 
Não conheço a história que serve de base ao filme, mas pelo que li, sei que fez muito sucesso quando foi lançada, e aposto que o filme não ficou atrás, porque daquilo que eu percebi, (pelo que pesquisei e li noutras páginas), chama a atenção para todos os pormenores necessários ao desenvolvimento da trama.

Não sou crítica de cinema, por isso, não me crucifiquem, eu sou apenas uma apaixonada por filmes, que concilia o amor a escrita para dar a sua opinião sobre os que vê.
 
A quem ainda não viu o filme, fica a dica, divirtam-se como eu me diverti, porque apesar de ser um filme sobre super heróis, onde se pressupõe que haja muita luta (embora esta também esteja presente), sangue e etc, também tem momentos muito divertidos que dão para dar umas boas gargalhadas e aliviar o ambiente.

«Sandy»

The Hunger Games, 2012


Resumo: 

"Num futuro não muito distante, os E.U.A. sucumbiram a secas, guerras, fogos e fome, e deram lugar a Panem, lugar que está dividido em 12 estados. 

Todos os anos nas ruínas do que foi a América do Norte, a nação de Panem força cada um dos seus 12 distritos a enviar um menino e uma menina para competir nos Jogos Vorazes.

Para entretenimento das massas todos os anos se realizam os Hunger Games, onde 2 representantes de cada estado se digladiam até à morte.

Parte para entretenimento da torcida, parte para táctica de intimidação do governo, os Jogos Vorazes são um evento em que “Tributos” devem lutar um contra o outro até que sobre apenas um sobrevivente.

Disputando a arena com Tributos altamente treinados que se prepararam para estes Jogos durante as suas vidas inteiras, Katniss é forçada a confiar nos seus instintos afiados, assim como na orientação de um antigo vencedor da competição do seu distrito e actualmente viciado na bebida, Victor Haymitch. Se ela está disposta a voltar para casa o Distrito 12, Katniss vai ter que fazer escolhas impossíveis para sobreviver na arena, escolhas essas que vão contra a sua humanidade e o contra o amor."


Ainda agora, depois de ver este filme por duas vezes, fico a pensar no que escrever acerca dele. 
Há tanta coisa para dizer que nem sei muito bem por onde começar.

Vou tentar começar pelo início, se calhar é mais fácil assim. 


Estamos perante mais uma adaptação cinematográfica de uma obra literária que teve sucesso em todo o mundo. 

Para já, não posso falar dos livros pois com muita pena minha ainda não os li, mas mal possa a minha próxima aquisição para a minha mini-biblioteca pessoal vão ser eles. 

Fiquei mesmo com curiosidade de os ler depois de ver o filme.

Em algumas das críticas que li acerca deste filme, o foco principal era uma comparação entre a Saga Twilight e a Trilogia de The Hunger Games. 


Diziam esta que tal como a Saga de Stephanie Meyer era direccionada ao público adolescente que vibra e vibrou por Twilight.

Não pensem que vou criticar Twilight, porque tal como sou fã de The Hunger Games, também sou fã de Twilight, mas na minha visão das coisas, estes dois filmes são incomparável. 


Não escolho como preferido nenhum dos dois, pois gosto de ambos de maneiras diferentes.

Em The Hunger Games é-nos apresentada uma protagonista que desde cedo aprende a lutar pela sobrevivência e por manter a sua família viva. Katniss Everdeen é o exemplo duma rapariga corajosa, destemida e lutadora, que não baixa os braços mesmo sendo a sua vida tão complicada. 


No momento em que a sua irmã mais nova, o seu bem mais precioso, é escolhida como Tributo numa luta onde a morte é quase certa, ela não perde tempo e voluntária-se no seu lugar sem sequer pensar duas vezes.

Quando se vê na Capital, percebe que a sua melhor hipótese está em conquistar o público, fazendo com que ele se apaixone por ela e pela sua história. Tal como ela diz no filme, ela não está habituada a cativar as pessoas, mas para o conseguir vai ter a ajuda do outro Tributo do seu distrito, Peeta Mellark.

Estamos perante um filme para “miúdos e graúdos”, que nos deixa a pensar em assuntos como a luta pela sobrevivência, o matar para não ser morto. Perguntas como o que farias se tivesses no lugar dos Tributos?, ou serias capaz de matar para sobreviver?, estão presentes do início ao fim do filme.

Um filme que aconselho a ver e que tenho a certeza que vai deixar a pensar todos os seus espectadores, pois num mundo em que a falta de amor ao próximo, a falsidade e a ignorância estão cada vez mais presentes, pensar em como seria a nossa vida se tivéssemos que lutar por ela todos os dias torna-se um bom exercício mental.


«Sandy»

One For The Money, 2012


Resumo:

“Stephanie Plum, uma orgulhosa nativa de Jersey, tem atitude de sobra, mesmo estando há seis meses sem trabalho e o seu carro ter sido confiscado por falta de pagamento. 

Capaz de tudo para conseguir dinheiro rápido, mas com todas as opções esgotadas, Stephanie tenta um último recurso: convencer o seu primo manhoso a dar-lhe um emprego na sua empresa como caçadora de recompensas.


A verdade é que ela nem um par de algemas tem e a sua arma preferida é o spray-pimenta, mas nem isso a vai deter; Stephanie está determinada a “capturar” o homem mais procurado pela empresa do primo: Joe Morelli,  um ex-polícia suspeito de assassinato – exactamente o mesmo sexy e irresistível Joe Morelli que a seduziu e abandonou nos tempos de liceu.


“Apanhar” Morelli seria, por si só, uma boa recompensa – e um excelente prémio monetário – mas à medida que Stephanie vai aprendendo as manhas do trabalho com o atraente agente Ranger – um colega de ofício considerado o melhor do mercado- ela também percebe que o caso contra Morelli está longe de ser perfeito.


Somando a isto a sua família intrometida, um pugilista violento, testemunhas que vão aparecendo mortas e as fortes emoções que surgem quando encontra o próprio Morelli…  facilmente se percebe que, afinal,  o novo trabalho de Stephanie não é tão fácil como parecia.”






Este filme é uma típica comédia romântica, divertida e onde o romance está sempre presente.
Gostei da história, acho que ajuda a aprender que subestimar o poder e a força duma mulher é algo que é muito mal pensado… 

Isto de sermos o sexo fraco está ultrapassado e este filme ajuda a demonstrar isso mesmo.

A rapariga que ao início era subestimada, em quem só se apostava contra, ensina que com persistência e uma boa dose de sensualidade e um bom gás pimenta, somos bem capazes de conseguir aquilo que queremos. (Sensualidade e gás pimenta pelo menos ajuda a protagonista a apanhar os criminosos…xD)

Aquilo que começa por ser uma vingança por causa da raiva acumulada desde os tempos do liceu vai ajudá-la, não só a ganhar o tão ansiado “Money”, mas também a resolver os vários crimes que vão acontecendo ao longo do filme.

Muito divertido, com boas doses de comédia e de mistérios por resolver, é um bom filme para dar umas boas gargalhadas e pôr a cabeça a pensar para ajudar a resolver os enigmas ao longo do filme.

«Sandy»

One Day, 2011


Resumo:

“Depois de terem passado, na universidade, o dia da sua formatura juntos – 15 Julho, 1988 – Emma Morley e Dexter Mayhew começam uma amizade que irá durar a vida inteira.


Ela é uma rapariga simples cheia de princípios e ambições que sonha transformar o mundo num lugar melhor.


Ele é um irresistível playboy que sonha fazer do mundo o seu recreio.


Durante as duas décadas que se seguem, momentos chave do seu relacionamento são vividos ao longo de vários dias 15 de Julho das suas vidas.


Juntos ou separados, acompanhamos Dex e Em através da sua amizade,discussões, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas.

Algures ao longo da sua jornada, estas duas pessoas apercebem-se do que desejam e procuram o que afinal de contas esteve sempre ali.

Ao ser revelado o verdadeiro significado do dia que passaram juntos em 1988, ambos entendem a natureza do amor e da própria vida.” 

 





Como dá para perceber, gosto de filmes que envolvam romance e este não é excepção...


Com uma das minhas actrizes preferidas, passado grande parte na cidade que tanto desejo conhecer, adorei o filme e a mensagem que este passa.


Não li o livro no qual ele é baseado, mas fiquei com curiosidade em ler porque tenho a certeza que as emoções que se vivem ao ver o filme são muito mais intensas quando se lê o livro.

Este não é um filme onde se esteja a prever o final, acontece tudo de repente e inesperadamente, a história muda de rumo num segundo, segundo esse que é crucial na vida das personagens.

Emocionei-me, assustei-me, zanguei-me mas mesmo assim adorei tudo o que esta história transmite.

Fica-se a pensar nos “timing’s” da vida, nas atitudes que tomamos que mudam o seu rumo, nas palavras que ficam por dizer, por medo de ser perder algo que se tem, por medo de se arriscar uma amizade tão perfeita e que significa tanto para nós.

Fica-se também a pensar nas consequências do ficar demasiado tempo calados sem tomar uma atitude para mudar e no que se perde durante tanto tempo.

No fundo o filme é sobre o quanto o amor pode ser complicado e sobre o quanto a vida nos pode trair quando estamos a viver o nosso melhor momento, que tanto demorou a chegar.

Apesar de todos os encontros e desencontros, de toda a desilusão, palavras e atitudes que magoam, o amor verdadeiro supera tudo, até uma amizade que ambos tinham medo de perder.

«Sandy»

Letters To Juliet, 2010

 

Resumo:

“Sophie é uma aspirante a escritora americana viaja até à cidade de Verona, Itália ao lado do noivo Victor, que sonha em ter seu próprio restaurante.

Em Verona (de onde é originária Julieta Capuleto, da conhecida história de Romeu e Julieta), onde se passou a história de Romeu e Julieta, local perfeito para uma lua-de-mel antecipada, Sophie acaba percebendo que seu noivo está mais interessado nos fornecedores para seu restaurante do que nela.

Na cidade descobre uma antiga carta de amor e junta-se a um grupo de voluntárias que responde estas missivas amorosas.

Para sua surpresa, quando responde a uma carta datada de 1957, ela inspira a sua autora, Claire Smith e o seu neto, que reprova a ideia, a viajar até Itália, em busca da sua paixão perdida, acabando por desencadear uma série de ocorrências que trará amor às suas vidas, mais do que alguma vez imaginaram...”



Acho que já vi este filme pelo menos umas quatro vezes e realmente não me canso de o ver.
Sou adepta de comédias românticas como não é difícil de perceber… 

Mas vá, não me cruxifiquem já, não é o único tipo de filmes que vejo, mas são apenas aqueles que me dão mais gozo de comentar…

Podemos dizer que tal como todas as comédias românticas o flime é um “cliché”, mas sinceramente, como não ligo lá muito para rótulos, achei este filme muito divertido e uma boa história de amor raramente me cansa…

E se nos arrependêssemos duma atitude que não tomamos a anos atrás que poderia ter levado a nossa vida para um rumo completamente diferente? 

E se nos fosse dada a oportunidade de passado tanto tempo corrigirmos esse erro e encontramos o amor da nossa vida, do qual nunca nos esquecemos? 

Qual seria a nossa reacção se nos fosse dada uma segunda oportunidade de corrigir um erro do passado?

Acho que este filme responde de certa forma a estas perguntas e eu realmente fiquei colada ao ecrã do inicio ao fim, embora já previsse qual iria ser o desfecho, porque tal como todas as comédias românticas, esta é previsível, mas como já disse anteriormente, uma verdadeira história de amor raramente me cansa, por muito repetitiva e previsível que sejam.

Espero que, tal como eu, se divirtam a ver o filme, e não subestimem uma comédia romântica, porque até os “clichés” são bons as vezes para nos afastarmos um pouco da monotonia e da vida do dia-a-dia...

«Sandy»