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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

50 Shades Of Grey, 2015


Sinopse: 

"Anastasia Steele, uma estudante de literatura, vai entrevistar o rico Christian Grey, encontrando um jovem, belo e intimidante homem. A inocente jovem fica surpreendida ao perceber o seu desejo por ele e este também a quer, mas nos seus muito próprios, singulares e controladores termos.

«As Cinquenta Sombras de Grey» é a adaptação cinematográfica mais aguardada do livro best-seller que se tornou um fenómeno global. Desde o seu lançamento, a trilogia «Cinquenta Sombras» foi traduzida em 51 idiomas em todo o mundo e vendeu mais de 100 milhões de cópias, incluindo versão digital, tornando-se uma das séries de livros mais vendida de sempre."



Fui hoje ver o filme ao cinema e tenho a dizer, que depois de ter lido tanta coisa sobre o filme, acabei surpreendida, pela positiva.

Sou daquelas pessoas que odiou os livros. Digo sinceramente que nada me atraiu nos livros.

Acho a Anastacia chata e sem personalidade. Irritante.

Acho o Christian controlador, abusivo e demasiado ciumento.

Não sou mulher que queira um Christian Grey como namorado ou parceiro sexual. Seja lá o que for.

A minha independência e amor-próprio não me fazem capaz de compreender certas situações do filme.

Não que eu tenha alguma coisa contra sado-masoquismo ou seja lá o que for. Mas para mim, como mulher, é algo que eu nunca aceitaria.

Fui ver o filme em grande parte por culpa da minha querida amiga Raquel Teixeira e do Jamie Dornan xD

Mas pronto, vamos falar do filme, que na minha visão das coisas, é em tudo superior ao livro.

Como eu não gostei dos livros, é normal que pense assim.

As cenas de sexo não são nada do outro mundo, o que é natural acontecer porque caso fossem tal e qual o livro, o filme nunca iria para o cinema e virava porno.

Na minha opinião, quem gostou dos livros, pode acabar desiludido.

Não vão ao cinema a pensar que tudo o que tem nos livros está lá porque vão acabar desiludidos.

Quem é fã dos livros, o melhor é ir ver sem criar grandes expectativas.

Acho que em termos de cast, só acertaram no Christian Grey. O Jamie Dornan está bem para o papel mas a Dakota Johnson não me convence como Anastacia.

Em resumo: apesar de eu não ter gostado dos livros, gostei do filme e da forma como as cenas foram conduzidas.

De todas as cenas sexo ou de submissão - chamem-lhe o que quiserem - aquilo que me meteu mais confusão, mesmo sabendo que ia acontecer , foi a cena final do filme, quando a Anastacia toma a decisão de não se sujeitar mais a forma como o Christian a trata.

Continuo a dizer que uma situação assim, na minha vida pessoal, nunca seria possível, mas não posso dizer que odiei o filme, porque estaria a mentir.

Não é um filme para se ver em família, mas admito que me ri muito com as cenas da Anastacia. Eu e a sala de cinema toda xD

Há alturas em que o filme parece uma comédia. xD

Concluindo, a todos aqueles que vão ao cinema, divirtam-se, porque eu com certeza diverti-me imenso xD

«Sandy»

segunda-feira, 26 de maio de 2014

The Fault in Our Stars - A Culpa é das Estrelas


Ao acabar de ler A Culpa é das Estrelas, a pergunta que levantei a mim própria foi: Porque raios tenho eu que me apegar tanto aos personagens?! 

Acontece-me sempre isto, não só em livros, mas também em séries e filmes.


Não consegui conter as lágrimas. 


Amei o livro. 


Sofri com a Hazel de tal forma que depois de acabar de ler, os olhos ainda me doíam de ter estado a chorar. 


Acho que toda a gente devia ter ou conhecer, pelo menos uma vez na vida, um Augustus Waters. 


Ele é tão, epah nem sei bem se a palavra se adequa, mas ele é tão irreal, tão perfeito, com a sua maneira tão própria de encarar a vida, que acho impossível não se gostar dele. 


Depois os homens acham estranho as mulheres serem tão exigentes no que diz respeito a relações amorosas...:b 


Pelo andar da carruagem, com os livros que leio, os filmes e séries que vejo, se continuo a elevar o padrão de qualidade do meu futuro namorado, acho que vou parar a um convento e fico solteira o resto da vida.


Amei o livro. 
Amei a história. 
Amei tudo. 


Se estava ansiosa para o filme antes de ler o livro, agora ainda estou mais.

«Sandy»

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Tangled, 2010

Maddy, mais uma vez, parabéns pela fantástica edição e como te disse, aqui está, mais um vez no lugar do poster original, a tua edição, que eu tanto adoro! :)

Sinopse:

"Quando o bandido mais procurado - e mais encantador - do reino, Flynn Rider , se esconde numa misteriosa torre, é feito refém por Rapunzel, uma miúda gira e enérgica presa na torre, que tem mágicos cabelos loiros com mais de 20 metros de comprimento.

A "raptora" de Flynn, que procura por uma saída para fora da torre, onde esteve encarcerada durante anos, faz um acordo com o atraente ladrão.

Este improvável duo lança-se numa fuga radical que inclui um super cavalo polícia, um camaleão mega-protector e um impaciente gang de rufiões."


Bem, eu sou daquele tipo de pessoas que por mais anos que passem, vou ser sempre apaixonada por filmes de animação e pela Disney. A sério, eu amo filmes de animação (quer sejam da Disney ou não) e Tangled, ou em português, Entrelaçados, não foi excepção.

Este foi mais um dos filmes escolhidos para a maratona do grupo de que falei na review anterior e como é lógico, não me custou nada revê-lo. Já vi o filme na versão original, na versão portuguesa de Portugal e do Brasil e não me canso de o ver.

Recomendo o filme, é óptimo para ver em família, num daqueles dias onde estão todos reunidos, desde os miúdos aos graúdos, porque vale mesmo a pena compartilha-lo com toda a gente.

Adorei tudo no filme, desde as músicas às personagens, desde as fantásticas paisagens ao design dos bonecos que dão corpo aos personagens.
Viva a tecnologia!

Ao ver o filme e ao reparar na perfeição dos gestos e da transmissão de emoções, os bonecos parecem mesmo pessoas reais, parece que ganham vida e que são personagens humanos. É de valorizar o fantástico trabalho que fizeram na produção do filme.

Adoro a Rapunzel, que com o seu extenso cabelo e a sua frigideira na mão, lá parte à aventura com o Flynn e vai-se conseguindo defender e ajudá-lo nas mais derivadas ocasiões.

É óptimo ver que apesar de ela ser a mulher, não é vista como frágil e se consegue defender mesmo sem o Flynn por perto, sendo que muitas das vezes, é ela quem o ajuda a ele.

É fantástico ver que a princesa, neste filme, não é vista como frágil e fraca, mas sim como forte e corajosa.

Também gosto imenso do Flynn, que me consegue arrancar umas boas gargalhadas ao longo do filme, não me podendo esquecer do Maximus, o cavalo com personalidade de cão que é simplesmente hilariante. 
O Pascal, o camaleão, também é incrível e uma excelente companhia para a nossa Rapunzel quando ela está na torre, presa e sem poder sair, porque a sua "mãe" a prende lá, desde sempre.

Tendo como vozes na versão original, Mandy Moore e Zachary Levi, Tangled, é para mim, uma das melhores animações da Disney, transportando-nos para um conto de fadas excepcional e tornando mais alegre o dia de quem o vê.

P.S.: Para quem não assiste Once Upon a Time, aconselho a todos que façam um esforço de ver a série, porque ela é realmente fantástica e surpreendente em todos os episódios.
O que vou escrever a partir daqui vai ser relacionado com a série e com o filme, portanto, quem não vê a série provavelmente vai perceber muito pouco do que eu vou escrever xD

Agora para as minhas/meus amigas/os Captain Swan, vamos falar de paralelos? :b

Todos nós, fãs de Once Upon a Time e de Captain Swan, sabemos que este filme está recheado de paralelos fantásticos com a série, por isso o que aqui vou escrever dificilmente será novidade para quem vê a série. :)

1.       O reencontro da Rapunzel com os pais faz-me lembrar imenso o reencontro da Emma com a Snow e o Charming no 2x01.

2.       Quando a mãe da Rapunzel está a ter a menina, a cena é mesmo muito parecida com o momento em que a Snow está a ter a Emma, na Floresta Encantada, antes de serem atingidos pela maldição da Regina.

3.       A forma como a Rapunzel olha para o Flynn, lembra-me imenso a forma como a Emma olha para o Killian.

4.       Quando a Rapunzel ameaça o Flynn com a frigideira, recordo-me de quando a Emma encontra o Killian pela primeira vez, na Floresta Encantada e o ameaça com a faca, assim como quando o Flynn está preso na cadeira com o cabelo da Rapunzel me lembra a forma como a Emma prende o Killian à árvore.

5.       A subida do Flynn à torre da Rapunzel traz-me à memória a subida ao pé-de-feijão da Emma e do Killian.

6.       Quando o Flynn e a Rapunzel entram dentro da gruta e ela se começa a encher de água, as expressões deles são parecidas com as do Killian e da Emma quando, no episódio 2x06, eles estão no pé de feijão e tudo aquilo começa a tremer porque o gigante acordou.

7.       A Rapunzel a salvar o Flynn do Maximus, a puxar por ele, lembra-me a cena em que a Emma ajuda o Killian a sair de baixo das pedras, que lhe caíram em cima, quando estão no cimo do pé de feijão.

8.       A cena em que a Rapunzel envolve a mão do Flynn com o seu cabelo, para lhe tratar do corte, lembrou-me quando o Killian tirou o seu lenço e envolveu a mão da Emma nele, por causa do corte que ela tinha. 


9.      A forma como a Rapunzel olha e se preocupa com o Flynn, quando ele é atingido pela faca é semelhante à forma como a Emma se preocupa com o Killian quando ele é atropelado.


10.     O beijo, entre a Rapunzel e o Flynn é mais um dos paralelos presentes no filme, pois ele é muito parecido com o beijo entre a Emma e o Killian, no episódio "Good Form", da terceira temporada de Once Upon a Time.

E claro que podia continuar a citar mais exemplo, mas deixo umas imagens em baixo, caso me tenha esquecido de mencionar algum. ;)


Até à próxima review com paralelos! Espero que gostem! :)

«Sandy»

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Ella Enchanted, 2004

Maddy, amiga, muitos parabéns pela fantástica edição de imagem que fizeste. Gostei tanto que em vez do poster original, pus a tua edição como imagem na publicação. ;)


Sinopse:

"Quando Ella nasceu, foi abençoada pela sua fada madrinha com o dom da obediência, que é ao mesmo tempo uma maldição.
Ella tem de obedecer a tudo o que lhe ordenarem, por mais disparatado ou malévolo que seja.

Quando ela era criança, já era mau, mas tudo piora quando, passado alguns anos depois da morte da sua mãe, o seu pai se volta a casar e traz para casa uma madrasta cruel e duas meias-irmãs sinistras, que ao descobrirem o dom de Ella, aproveitam para que ela faça tudo o que elas querem.

Farta de sofrer às mãos de todos, Ella foge de casa com um livro mágico, à procura da fada madrinha para lhe pedir que retire o indesejado dom.

Durante a sua viagem, Ella entra em perigosas e sombrias florestas nas quais encontra um mundo de fantasia, um belo príncipe e as mais estranhas personagens (tais como duendes, anões e gigantes) que a irão ajudar."


Bem, para não variar muito, lá venho eu aqui falar de mais uma comédia romântica.

Revi este filme por causa duma maratona de filmes que estou a fazer, proposta num dos grupos do facebook em que estou inserida.

O grupo é sobre um casal da série Once Upon a Time, e o filme, que tem um pouco de contos de fada, pode ser associado a esse casal. O casal de que falo são a Emma Swan e o Captain Hook de Once Upon a Time.

Ella Enchanted pode ser considerada mais uma das tantas adaptações modernas da história que tão bem conhecida é por nós, a Cinderela.

Com Anne Hathaway e Hugh Dancy nos papéis principais, este é mais um filme sobre a história duma rapariga, Ella, que depois de passar uma vida toda a obedecer a todas as ordens que lhe são dadas, parte numa jornada para mudar a sua vida duma vez por todas. No caminho, encontra um duende que quer ser advogado, um príncipe com um clube de fãs, ogres com um apetite fora do normal e gigantes a meio dum casamento, que fazem da sua viagem muito mais divertida.

O príncipe heróico salva a rapariga obediente umas quantas vezes, antes de ambos seguirem viagem juntos. 
A rapariga obediente surpreende o príncipe, que não está habituado a raparigas com ideias e pensamentos fortes e inteligentes.

Como já deve ter dado para reparar, eu sou adepta deste tipo de filmes, comédias românticas, contos de fadas modernos onde apesar de haver um príncipe, a mulher tem ideias próprias e sabe defender-se sozinha, tal como as princesas de Once Upon a Time. 

Quem vê a série sabe do que falo.

Para não variar, no filme há um vilão que tenta matar o príncipe, duas irmãs maldosas e uma madrasta irritante. 
Uma fada do lar que transformou o namorado em livro, uma fada madrinha com pouca aptidão para conceder dons e um pai que com um título mas sem dinheiro.

Por muito que seja um cliché, como tantos outros que estamos habituados a ver, eu gosto bastante do filme, principalmente porque sou fã dos dois actores principais, que tanto têm evoluído na sua carreira.

Se querem passar um momento divertido, onde as gargalhadas e o romance vão estar presentes a cada minuto, aconselho que vejam o filme, porque tenho a certeza que não se vão arrepender.

(Já para não falar na excelente oportunidade que têm para ouvir a Anne Hathaway cantar e encantar a música “Somebody to Love” dos Queen e de um narrador com rimas super engraçadas. ;) )

P.S.: Para quem não assiste Once Upon a Time, aconselho a todos que façam um esforço de ver a série, porque ela é realmente fantástica e surpreendente em todos os episódios. 
O que vou escrever a partir daqui vai ser relacionado com a série e com o filme, portanto, quem não vê a série provavelmente vai perceber muito pouco do que eu vou escrever xD

Agora para as minhas/meus amigas/os Captain Swan, vamos falar de paralelos? :b

Que tal falarmos da forma como o Char salva a Ella que me fez lembrar imenso a forma como o Charming salva a Snow?

Ou a forma como a Ella trata da ferida do Char que me fez lembrar a forma como o Killian trata a ferida da Emma?

“Um conto de fadas também revela uma espécie de verdade.” ~ Alguém se lembra do Mad Hatter nesta frase ou sou só eu? :b

Eu lembro-me perfeitamente do que o Jefferson disse à Emma no episódio 1x17, que de certa forma vai de encontro à frase de cima ~ Jefferson: Histórias…Histórias? O que é uma história? No secundário aprendeste sobre a Guerra Civil?
Emma: Sim, claro.
Jefferson: Como? Por acaso, não leste num livro? Esse livro será mais real que os outros?
Emma: Os livros de História baseiam-se na História.
Jefferson: E os livros de contos baseiam-se em quê? Imaginação? E de onde vêm? Tem que vir de algum lugar. Sabes qual é o problema com este mundo? Todos querem uma solução mágica para os seus problemas, mas todos se recusam a acreditar em magia. “

Adoro a Mandy, a fada do lar desastrada xD 
E estou totalmente de acordo com ela nesta frase quando ela exige a fada madrinha da Ella que lhe retire o dom da obediência (mas claro que não resulta.) : “Retira-o. É terrível sermos obrigados a fazer o que nos mandam.” ~ Sinceramente? Acho que não nasci com o dom da obediência xD

“E lembra-te, não importa o que te disserem para fazeres, olha para ti própria, Ella. O que está dentro de ti é mais forte do que qualquer feitiço.” ~ Quando a mãe da Ella lhe diz esta frase antes de morrer, aquilo que me veio à cabeça foram duas frases que são muitas vezes ouvidas em Once Upon a Time: “Todos os feitiços podem ser quebrados.” & “O verdadeiro amor é a magia mais poderosa de todas.” , neste filme, estamos perante essa realidade, pois o feitiço foi quebrado porque o verdadeiro amor prevaleceu e a Ella conseguiu salvar o seu príncipe, salvando-se também a si própria.


Espero que tenha gostado! Até ao próximo filme da maratona! :D

«Sandy»

sábado, 22 de junho de 2013

The First Time, 2012


Resumo: 

"Uma comédia romântica centrada no primeiro fim de semana entre dois adolescentes inexperientes, Dave Hodgman (Dylan O’Brien)e Aubrey Miller (Britt Robertson), e a presença da menina dos sonhos de Dave, Jane Harmon (Victoria Justice)."


Ok, sim, eu sei que por esta sinopse, tão curta e digamos assim, grossa, muita gente põe de parte a visualização deste filme.

Mas este não é um filme qualquer com uma curta sinopse. 
Admito que vi-o  principalmente por causa do Dylan O’Brien pois sou fã dele e gosto bastante de o ver actuar. 

Não sabia propriamente qual era o foco principal, mas como geralmente sou fã de filmes de adolescentes e de comédias românticas, valia a pena arriscar ver este.

Este é mais um daqueles filmes que eu estou habituada a ver. 

A típica comédia romântica que nos deixa a pensar: “Quando é que me vai sair na rifa um rapaz como o Dave?”.

Sim, pode parecer injusto para com os outros rapazes, pois isto é um filme e não a vida real, mas aquilo que o Dave faz no filme, um rapaz da vida real também o pode fazer. (por isso meninos, estejam atentos ao filme e aprender alguma coisa...:b)

Eu gostei bastante do filme, para não variar. 

Sou muito suspeita para falar do Dylan, pois nunca conseguirei ser imparcial, portanto acho que me vou ficar por dizer o que achei do filme, pois se falo do actor nunca mais saímos daqui. xD

E se, num fim-de-semana, a vida como tal a conheces mudasse e essa mudança começasse quando, por acaso, alguém te encontra a falar sozinho, sobre a rapariga por quem pensas que estás apaixonado?

A história do filme começa quando, numa sexta-feira à noite, Dave, decidi declarar o seu amor à rapariga de quem gosta. Antes de o fazer, está às voltas num beco, a tentar decorar o texto que escreveu para declarar o seu amor por ela. Do nada, aparece Abrey, que o ouve e lhe pergunta o que se passa.

A partir deste momento, tudo muda.

Uma conversa, uma troca de olhares, um simples toque fazem com que Dave comece a ver as coisas com outros olhos.

Abrey, a rapariga anti romantismo (com a qual eu por acaso me identifiquei um pouco…),também muda e começa a pensar na sua vida e no seu relacionamento doutra forma.

Tinha tudo para dar errado, mas às vezes, o errado parece o mais certo a fazer-se e o que começou com uma simples e estranha conversa, converte-se em algo mais.

Se pensam que vão ver mais uma daquelas típicas comédias-românticas de adolescentes onde tudo é perfeitinho e sem erro, enganem-se.

Os relacionamentos problemáticos, as questões da “primeira vez” que tão faladas são, a família “disfuncional”, a dificuldade em demonstrar sentimentos, tudo isto está presente no filme, o que o faz ser interessante de assistir fazendo uma pessoa ficar ansiosa para ver como será o final.

O filme está tão bem conseguido, que mesmo mostrando o que muitas das vezes será a realidade numa relação, consegue fazer com que uma pessoa o veja do início ao fim, a pensar em como será que as personagens vão acabar.

Realmente recomendo este filme, pois acho que vale a pena ver, principalmente se tal como eu forem fãs de comédias românticas. (E do Dylan O'Brien...xD)

É uma história engraçada, divertida e muito fofa, onde os diálogos estão fantásticos e têm sempre razão de ser onde nada passa despercebido.

Não é mais um filme de adolescentes. 
É um filme de adolescentes com muito que se lhe diga.

Vejam, porque realmente vale a pena. :)


P.S.: Por favor, alguém me diz onde eu arranjo um Dave para mim? xD

P.S.1: Cada vez gosto mais do Dylan O’Brien! *.*
Realmente vale a pena ver mais trabalhos dele, para além de Teen Wolf...
Ele nunca perde a graça e é sempre hilariante. Pura e simplesmente ADORO-O! :D


«Sandy»

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Captain America-The First Avenger, 2011


Resumo: 

"2ª Guerra Mundial.

Steve Rogers é um jovem que aceitou ser voluntário numa série de experiências que visam criar o super-soldado americano.

Os militares conseguem transformá-lo numa arma humana, mas logo percebem que o super-soldado é valioso demais para pôr em risco na luta contra os nazistas.

Desta forma, Rogers é usado como uma celebridade do exército, marcando presença em paradas realizadas pela Europa no intuito de levantar a estima dos combatentes.

Para que isso aconteça, passa a usar uma vestimenta com as cores da bandeira dos Estados Unidos, azul, branca e vermelha.

Só que um plano nazista faz com que Rogers entre em acção e assuma a alcunha de Capitão América, usando seus dons para combatê-los em plenas trincheiras da guerra."



Depois de ver este filme, começo seriamente a arrepender-me de nunca ter lido banda desenhada nesta minha vidinha…

Vá, nunca é tarde, eu sei, mas cada vez mais fico fascinada pelo mundo das histórias aos quadradinhos e pelos seus super heróis…

Já vi vários filmes que se baseiam nestas histórias (Hulk, Homem de Ferro, X-Men, Homem-Aranha, Quarteto-Fantástico, Thor e mais recentemente Capitão América, que me trás a escrita hoje), e pura e simplesmente, adorei-os a todos…Acho que ando mesmo ficar fã de super-heróis… :P

Hoje quem me cá trás é o Capitão-América, o mais recente filme de super-heróis que vi, em mais uma das minhas noites de insónias… xD

Gostei bastante do filme, a única coisa de que tive pena, foi do romance pouco desenvolvido entre o nosso Steve e a Peggy…Fora isso, não tenho muito a apontar…

Assim, fiquei novamente rendida aos super-heróis… A história é centrada em Steve Rogers, um rapaz por quem ninguém dá nada, que todos gozam e de quem todos “abusam” e deitam abaixo, que tem como grande objectivo de vida, ingressar no exército americano, por altura da segunda guerra mundial. Rapaz franzino, asmático, de saúde frágil e muito pouco (ou nada) musculado, tenta, sem sucesso, ingressar diversas vezes no exército americano de forma a servir o seu país, onde quem serve a Pátria é visto como herói.

Apesar de todas as recusas e dos “nãos” aos quais é exposto, Steve mantém a persistência, determinação e a confiança nele próprio, e tenta, por uma última vez, realizar o seu sonho. E é nesta sua última tentativa, com a ajuda dum cientista alemão, o Dr.Erskine, que lhe dá a oportunidade por que tanto anseia, que Steve vê a sua vida mudar radicalmente. 

Steve aceita assim, entrar numa experiência que tem como objectivo criar super-soldados para servir o exército americano na guerra.
Quando a experiência dá certo, Steve, que tanto queria ir para o campo de batalha, é “vendido” como merchandising na guerra americana, de forma a angariar fundos, pois quem manda, pensa que ele é demasiado valioso para ir para a frente no campo de batalha.

Até que tudo muda, e começa aqui a minha parte preferida do filme…Sim, sou fã de romances, como já se sabe, mas a melhor parte deste filme para mim, foi mesmo a acção e a luta de Steve, que desobedece a ordens superiores, para salvar aqueles que eles queriam deixar para trás.

Sim, porque apesar de ele ser um super-soldado, continua com a sua bondade, a sua humanidade e amor intactos, porque quando se tem um poder como dele, é preciso não se perder nele e esquecer o que realmente importa, os sentimentos e um bom coração. 

(Olho para trás e vejo que já escrevi mesmo muito, estou entusiasmada…ahah Vamos lá tentar concluir… :P)

O filme, que tem tanto a sua dose de drama, como de comédia (sim, porque ela também é precisa para aliviar o clima pesado…), mostra-nos que não vale a pena desistir dos nossos sonhos, dos nossos objectivos de vida, porque haveremos de encontrar uma forma de os conseguirmos realizar, por mais impossíveis e improváveis que eles nos pareçam.

O amor e a amizade também são importantes factores que estão em destaque no filme. Sem amor e amizade verdadeira, é difícil chegarmos a algum lado.

O nosso querido Capitão-América, “revolta-se” contra os seus superiores e move montanhas de forma a salvar quem ama e de maneira a conseguir defender aquilo em que acredita.

Se calhar, se fossemos um bocadinho mais assim no dia-a-dia, a vida nos corresse um pouco melhor, digo eu…

Se gostam de aventuras e de super-heróis, este filme é incontornável na vossa lista de visualizações.

Aproveitem tal como eu aproveitei. 

P.S.1: Admirei-me do estado em que o Chris Evans (O Tocha-Humana do Quarteto Fantástico, e o Capitão-América), aparece no início do filme…Perguntei logo aos meus botões pelo que lhe tinha acontecido… Mas depois do que fizeram ao Brad Pitt no Estranho Caso de Benjamim Button, já nada me surpreende…:P

P.S.2: Por favor, quero dormir 70 anos e acordar com o aspecto do Steve! Please, arranjem-me o segredo dele! xD

P.S.3: Não deixem de assistir ao filme até ao final dos créditos, pois tal como acontece no “Thor”, lá irá aparecer uma preview para o filme “Os Vingadores”, o próximo da minha lista de filmes para ver em breve. 

«Sandy»