Mostrar mensagens com a etiqueta as loucuras do costume. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta as loucuras do costume. Mostrar todas as mensagens

domingo, 8 de março de 2015

PARABÉNS A NÓS, MULHERES


PARABÉNS A NÓS, MULHERES,

Parabéns por tudo o que fomos no passado, 
por tudo o que somos no presente. 
e por tudo o que seremos no futuro.


PARABÉNS A NÓS, MULHERES, 
porque apesar de todas as dificuldades, 
da forma como fomos tratadas como inferiores, durante anos, 
nunca desistimos de lutar por nós mesmas, pelos nossos direitos.


PARABÉNS A NÓS, MULHERES, 
porque ultrapassamos barreiras, 
julgamentos, 
critícas, 
dificuldades, 
só por causa do nosso género.


PARABÉNS A NÓS, MULHERES, 
por nunca desistirem de lutar por aquilo que acreditam, 
por fazerem do mundo um lugar melhor, 
por lutarem por direitos iguais aos dos homens.


PARABÉNS A NÓS, MULHERES, 
que demonstram todos os dias, 
que não é por sermos MULHERES que somos inferiores a alguém.


PARABÉNS A NÓS, MULHERES, 
por combaterem as injustiças de julgamentos e machismos parvos, em pleno século XXI.


PARABÉNS A NÓS, MULHERES, 
por sermos incríveis, 
por irmos a luta, 
por não desistirmos, 
por sermos nós próprias, 
por nunca deixarmos de acreditar que um mundo onde a igualdade de género é possível.


Tenho orgulho em ser mulher, 
em lutar por aquilo em que acredito, 
em não desistir, 
em demonstrar todos os dias que não é por ser mulher que sou inferior a alguém...


Obrigada mulheres do passado, por lutarem pelos vossos direitos na altura em que o mundo nos reprimia e tratava como objecto, quando não queriam que pensássemos pela nossa cabeça.

Obrigada mulheres do presente, por não desistirem da luta, por continuarem a lutar pelos nosso direitos, pela igualdade de género, de salários, de direitos...

Obrigada mulheres do futuro, porque com certeza não vão desistir da luta.

PARABÉNS A NÓS, MULHERES, 
porque por tudo o que pássamos no passado e por aquilo que pássamos no presente, merecemos um dia dedicado a nós.

Porque somos todas especiais e mudámos o mundo.

«Sandy»

sexta-feira, 11 de abril de 2014

As perguntas da madrugada.



Existem momentos na vida em que nos vêm à cabeça perguntas que parecem um pouco sem sentido.

Chegam-nos por via das dúvidas que surgem depois de um mau dia fora de casa, depois de uma discussão mais acesa com um familiar ou depois de algo que aparentemente fazia sentido na nossa vida, deixar de o fazer, de um momento para o outro. 

Essas perguntas, a mim, chegam-me de madrugada, quando sou atacada pelas insónias e o sono não vem. 

Fico às voltas na cama, a ver as perguntas surgirem-me na cabeça quando faço tudo para as tentar fazer desaparecer. 

Sim, porque geralmente, as perguntas que me surgem são aquelas para as quais eu não tenho resposta.

São aquelas perguntas que teimam a aparecer quando tudo parecer estar a correr bem, relembrando-nos que, apesar de tudo, ainda não temos respostas para aquilo que nos atormenta. 

Por exemplo: 

Pergunto-me muitas vezes porque é que as pessoas têm que ser tão preconceituosas e mesquinhas ao ponto de nos atirarem a cara que o facto de alguém ter excesso de peso ou falta dele, vestir-se duma ou de outra forma, ter ou não ter tatuagens, usar ou não piercings, os impede de arranjar trabalho. 

Claro, não culpam os políticos, não culpam a crise económica e social pelo qual o país está a passar, não culpam o sistema que só é bom para quem tem cunhas, culpam sim, quem procura trabalho e não o encontra porque é gordo, magro, alto, baixo, homem ou mulher.

Alguém me explica onde é que isto faz sentido?!

Juro que por mais que tente, não consigo perceber o que faz com que alguém que fuja ao dito "padrão de beleza da sociedade moderna" tenha mais ou menos oportunidades de emprego, seja mais ou menos competente no cargo para o qual se candidata. 

Se seguirmos esta lógica, acho que em vez de nos inscrevermos no centro de emprego, e deixarmos lá o nosso currículo, mais valia estarmos inscritos numa agência de modelos e deixarmos lá o nosso book, para que assim esta recrute trabalhadores consoante o "padrão de beleza" exigido pela empresa. 

Se assim fosse, poupavam-me trabalho a enviar currículos. Pelo menos iria saber, consoante o "padrão de beleza" no qual me insiro, para que função estaria apta. 

Acreditem, isto não são frustrações duma jovem que não tem mais nada para fazer à vida a não ser levantar questões parvas. 

São sim sentimentos de alguém, que está constantemente a ser "atacada" e "julgada" por ser excepção à regra. 

E acreditem, isso tira-me profundamente do sério.

Porque começo a pensar que aqui para os meus lados, fugir a essa regra exigida de pertencer ao "padrão de beleza da sociedade moderna" é mais criminoso do que os constantes cortes salariais a que a função pública e os pensionistas estão sujeitos.

É mais criminoso do que o aumento de impostos, do que a taxa de desemprego que não pára subir e do que o número de pessoas, cada vez maior, que se aventuram na emigração, na tentativa de encontrarem uma vida melhor lá fora. 

E em pleno século XXI, onde, supostamente, estamos a viver num país europeu desenvolvido, esta mentalidade antiquada, preconceituosa e ridícula, tira-me complemente do sério.


«Sandy»

As pessoas julgam a aparência, mas esquecem-se que o mal da sociedade são as pessoas sem carácter.

Renato Russo

quinta-feira, 20 de março de 2014

Eu Não Quero Pagar... Por Aquilo Que Eu Não Fiz...


Nós não queremos pagar por aquilo que não fizemos, não queremos ser prejudicados por causa duma classe política corrupta e sem valores. 


Não queremos ser a geração que não tem futuro no seu próprio país. 
Não queremos ser a geração da crise, da precariedade, da falta de oportunidades e que tem que fazer as malas e zarpar para o desconhecido para ter algo que se pareça com um futuro, com um trabalho, com um ordenado. 


Não queremos ser a Geração á Rasca. 
Não queremos viver à rasca e com a corda ao pescoço e o cinto apertado. 

QUEREMOS UM FUTURO MAS NEGAM-NOS ESSA OPORTUNIDADE!

E é tudo isto e muito mais que me revolta neste país à beira mar plantado. 

Porque estou cansada desta situação e cansada de ver o meu futuro adiado enquanto a classe política goza com a nossa cara. 


Tiago Bettencourt - Aquilo Que Eu Não Fiz 

Eu não quero pagar por aquilo que eu não fiz
Não me fazem ver que a luta é pelo meu país
Eu não quero pagar depois de tudo o que dei
Não me fazem ver que fui eu que errei

Não fui eu que gastei
Mais do que era para mim
Não fui eu que tirei
Não fui eu que comi

Não fui eu que comprei
Não fui eu que escondi
Quando estavam a olhar
Não fui eu que fugi

Não é essa a razão
Para me querem moldar
Porque eu não me escolhi
Para a fila do pão
Este barco afundou
Houve alguém que o cegou
Não fui eu que não vi

Eu não quero pagar por aquilo que eu não fiz
Não me fazem ver que a luta é pelo meu país
Eu não quero pagar depois de tudo o que dei
Não me fazem ver que fui eu que errei

Talvez do que não sei
Talvez do que não vi 
Foi de mão para mão
Mas não passou por mim
E perdeu-se a razão
Todo o bom se feriu
foi mesquinha a canção
Desse amor a fingir
Não me falem do fim
Se o caminho é mentir
Se quiseram entrar
Não souberam sair
Não fui eu quem falhou
Não fui eu quem cegou
Já não sabem sair

Meu sonho é de armas e mar
Minha força é navegar
Meu Norte em contraluz

Meu fado é vento que leva e conduz.

domingo, 3 de novembro de 2013

Pensamentos Soltos


Quando faço uma retrospectiva daquilo com que ocupo o demasiado tempo livre que tenho, vejo que passo grande parte do meu tempo a ver séries e a suspirar por amores supostamente impossíveis.

Como em tudo na minha vida, aqui, no meu mundinho das séries, também gosto de ser excepção à regra.

Os amores ditos, “impossíveis”, nas séries, são e sempre irão ser os meus preferidos.

Vocês sabem aquilo que não devia ser suposto acontecer? Pois é exactamente isso de que eu gosto.

Para mim, esse tipo de romance é muito mais apelativo, muito mais atractivo do que aqueles que estão, digamos assim, destinados a acontecer.

“Nunca” é uma palavra demasiado definitiva no que diz respeito a romances, principalmente em séries.

“Impossível” é algo, que na própria palavra, inclui o “possível”, portanto, não é tão “impossível” como se diz.

Como eu li algures, “O Primeiro Amor nunca morre, mas o Verdadeiro Amor pode enterra-lo vivo.”.
Concordo plenamente com isto, acho que o verdadeiro amor pode tudo, independentemente do que aconteça, dos obstáculos que surjam, das pessoas que se intrometem e dos problemas que existam.

Sou fã de triângulos amorosos, e nesses triângulos sou fã da suposta, “parte mais fraca”.

Não gosto de romances previsíveis, à primeira vista, casamentos arranjados ou aquilo que é a regra nas séries.
Não gosto do que se pode prever e do que se diz ser destinado a acontecer. 

Gosto daquilo que é construído, do imprevisível, do que desafia o destino.
Gosto dos “bad-boys”, dos “rejeitados” e supostamente, “condenados”.
Gosto do que foge à regra, do que não tem regras e gosto do dito “impossível”.

Resumindo: Gosto de ser do contra.

Não tenho grande apego aos protagonistas e geralmente as minhas personagens favoritas são as secundárias.

Vejo muitas séries, e acho que por mais que acrescente à lista, este vai ser sempre o meu pensamento.

SOU TEAM:


Pacey and Joey em Dawson’s Creek, 

Damon and Elena, Klaus and Caroline, Matt and Rebekah em The Vampire Diaries, 

Hook and Emma em Once Upon a Time, 

Oliver and Felicity em Arrow, 

Chuck and Blair em Gossip Girl,

Eric and Sookie em True Blood,

Wade and Zoe em Hart of Dixie,


e mais recentemente, 

Sebastian and Mary em Reign.


Ainda podia acrescentar mais casais, mas acho que estes são uma boa amostra daquilo que quero exemplificar.

Quem vê series ou conhece as séries que referi já percebeu mais ao menos o meu padrão de gostos. Como disse em cima: “Não tenho grande apego aos protagonistas e geralmente as minhas personagens favoritas são as secundárias.”

Na minha opinião, não faz qualquer sentido um romance não ter uma base sólida.

Aquilo que eu valorizo mais é o que é construído no dia-a-dia, aquilo que supera obstáculos, que vai contra o, digamos assim, destino. Tudo isto é muito mais atractivo e muito mais verdadeiro que aquele romance “épico”, que está destinado a ser “para sempre”.

Como todos os aficionados de séries devem saber, o que vende (e vende bem) e dá audiências (verdade seja dita), nas séries, são em grande maioria, triângulos amorosos, amores impossíveis e proibidos, o perigo de algo que não pode, nem devia acontecer, e praticamente todas as séries apostam nisso mesmo.

Acho que em todas as séries que eu vejo, há sempre algo assim. Se não for triângulo amoroso, é um romance que por algum motivo não deveria acontecer.

Ao ler o que escrevi, acho que isto não passam de pensamentos soltos, de frases escritas ao longo de diversas conversas e comentários que tenho no facebook sobre o assunto.

Mas caso nada disto faça sentido, apenas digo:
O destino, quer nas séries ou na nossa própria vida, somos nós que o fazemos, por muito que nos digam o contrário.
Nós temos o controlo da nossa vida, nós fazemos as nossas escolhas de acordo com o que sentimos e por isso, quando se ama verdadeiramente, nada é impossível.

P.S.: Vejam os meus vídeos no youtube. Para quem gosta de séries e não só, acho que vão gostar. ;) 

Aqui ficam os links: 


       Vídeo 1: Multicouple |Kiss Me| Ed Sheeran

«Sandy»

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Arriscar, eis a questão. Sim ou Sim?


Porque vi esta imagem, adorei e refleti sobre ela chegando a esta conclusão:


E vou continuar a correr riscos, porque mais vale tentar e sofrer as consequências, do que viver na dúvida a pensar no que teria acontecido se tivesse tentado... ;)

Sinceramente?
Prefiro ficar arrependida por ter tentado do que passar a vida a pensar como teria sido e o que teria acontecido se o tivesse feito...:)
 
Quer faça ou não o que penso, vai haver sempre consequências...
Portanto, eu acho que são sempre melhores as consequências do que fazemos, do que aquelas do que deixamos por fazer...

 
Por isso, não tentar e viver na duvida é pior do que tentar e ter certezas. :)

Não é bom sofrer, mas viver na duvida é ainda pior...
Porque o sofrimento, com o tempo, vai passando, mas a duvida pode permanecer eterna... ;)

Arriscar, sempre! ;D

«Sandy»

quarta-feira, 16 de março de 2011

"E o povo, pá?"



Qual é a situação real do nosso país? 
Esta deve ser a pergunta que mais vezes é feita pelos portugueses… 

Não sou economista, nem percebo de economia, não tenho ideologia política e também não percebo de política… 

Sou da considerada “Geração á Rasca”, e isto deve querer dizer alguma coisa, pois quando saem perto de 300 mil pessoas a rua alguma coisa não está bem (A adesão à manifestação da «geração à rasca» ultrapassou largamente os números inicialmente previstos, com cerca de 300 mil pessoas em todo o país…). 

Mas não é só a minha geração que está a rasca, são as várias gerações que estão cada vez mais com a “corda ao pescoço” onde o “cinto apertado” não vale de nada.

Veio ontem (14-03-2011) o nosso primeiro-ministro falar aos portugueses e dizer que não precisamos de ajuda externa, quando ainda há pouco tempo este se reuniu com a chanceler Alemã, a senhora Merkel, de forma a pedir ajuda e apoio a Alemanha… (O primeiro-ministro, José Sócrates, vai encontrar-se na próxima quarta-feira, dia 2 de Março, com Angela Merkel para aproximar posições sobre a reforma do fundo de socorro do euro num contexto de forte especulação sobre a possibilidade de Portugal estar já a negociar alguma forma de assistência financeira.). 

Se isto não é ajuda externa, então não sei o que será, mas provavelmente será o Fundo Monetário Internacional (FMI)… 
Quando o primeiro-ministro diz que a oposição ao não aprovar as medidas que o governo propõe está a criar uma crise política, eu pergunto-me, mas já não estamos perante uma?

Manifestações das “Gerações á Rasca” com 300 mil pessoas na rua, transportadoras e camionistas parados por tempo indeterminado (Segundo a RTPN, as 600 empresas de transportes decidiram fazer uma paralisação, por tempo indeterminado, a partir das 00h00 de segunda-feira.), greve do metro de Lisboa (Os trabalhadores do ML estiveram hoje em greve entre as 06:30 e as 11:00 para protestar contra os cortes salariais impostos pela Lei do Orçamento do Estado, uma paralisação que, contou com uma adesão superior a 90 por cento.), greve dos Comboios de Portugal (Os maquinistas decidiram avançar para a greve, das 05.00 às 09.00 do dia 23 de Março. Os maquinistas farão greve nesse período de trabalho, na sequência de uma reunião que foi inconclusiva.) e dos transportes colectivos (Cerca de 90 por cento dos trabalhadores da Sociedade dos Transportes Colectivos do Porto (STCP) aderiram à greve às horas extraordinárias…), um plenário com mais de 9 mil professores no Campo Pequeno (Nove mil professores de vários níveis de ensino e de norte a sul do país encheram hoje a sala de espectáculos do Campo Pequeno para contestar a política do Governo e aprovar o reforço da greve às horas extraordinárias.). 

Se isto não é uma crise política, então eu não sei mesmo o que é uma…
Ouço notícias que a meu ver são ridículas e cada vez mais acredito que este país é só para os ricos… 

O IVA desce de 23% para 6% para actividades como o golf, (Com as recentes alterações às tabelas de IVA, a prática de golfe passou a ser tributada à taxa máxima de 23%. Agora, o Governo prepara-se para abrir uma excepção, aplicando-lhe de novo a taxa mínima de 6%.), um desporto que eu considero elitista e que só os ricos frequentam, enquanto os ginásios, recomendados por médicos, devido às elevadas taxas de obesidade no nosso país, e para melhoria da nossa qualidade de vida, continuam a ser taxados a 23%... (Todas as actividades dos ginásios, seja com acompanhamento de professores, seja a prática solitária de actividade física, terão de ser taxadas a 23% de IVA, sem que exista qualquer excepção à taxa máxima do imposto.

Se isto não é ridículo, não sei o que será, talvez as cartas de amor como diz o poeta…

Nestas alturas questiono-me, tal como a música dos Homens da Luta, “E O Povo, Pá?”, o povo que sai a rua e se manifesta contra a situação precária deste país, contra o desemprego e contra a corrupção, o povo que é prejudicado cada vez que são postas em práticas medidas ditadas pelo governo, o povo da classe média e média baixa que paga a factura… 

Porque nestas alturas, a classe média e média baixa são sempre as mais prejudicadas, enquanto os outros estão muitos felizes, nas suas casinhas, a ver as manifestações e protestos na TV como se fossem partidas de carnaval…


«Sandy»

sábado, 5 de março de 2011

"Façam o favor de ser Felizes!"



Houve alguém que me disse que escrever não é apenas ter inspiração, é também ter muito trabalho. 
Disse-me que se gosto de escrever não posso estar parada e que tenho que trabalhar nisso… 

Mas eu não sou de pensar muito quando escrevo, a escrita é mais uma das coisas na minha vida em que sou impulsiva. 
Não sou de escrever histórias muito longas, escrevo sobre situações do momento, sobre o que estou a sentir ou aquilo que senti…

Depois de dar muitas voltas a minha cabeça e tentar arranjar algum tema para escrever e não me surgir nada de jeito acho que tive um flash e lembrei-me duma coisa… (E lá estou eu a ser impulsiva outra vez… :p)

Porque é que todos, ou quase todos, os homens dizem que as mulheres são complicadas? 

Porque é que dizem que é difícil perceber as mulheres? 

Devem pensar que eles não são complicados de certeza, mas antes pelo contrário, eles são tão, ou mais complicados que as mulheres, pelos menos alguns… 

E a nós também nos é difícil percebê-los…

Não pensem que se vão escrever manuais sobre “Como “descomplicar” uma mulher em 10 passos” ou “Como perceber um homem”… 

Tenho a certeza que mesmo que os inventem, não vão ser eficazes… 

Homens e mulheres são demasiado complexos para serem percebidos através de leituras, de pesquisas na internet ou de estudos científicos… 

Hoje em dia vivemos numa sociedade onde os estereótipos são a base da sua formação na maioria das vezes… 

Se a mulher não é estilo modelo recrimina-se e acha que nunca será boa para homem nenhum, que eles merecem melhor que ela, porque ela não é a regra, é a excepção… 

Se os homens não têm em mente perspectivas de carreira e emprego estáveis, não têm futuro…

Para as mulheres que pensam que são inferiores apenas vos digo, sobrestimar as vossas capacidades é o vosso maior erro… 

Nenhuma pessoa merece isso… 
Vocês não podem achar que não são suficientes… 

Por muitos problemas que tenham, não se podem achar inferiores por isso… 
Ninguém é perfeito, todos temos problemas, embora uns mais visíveis que outros, todos os temos e isso não pode ser o motivo para deixarem de acreditar que podem ter aquela pessoa que tanto desejam, que tanto amam ao vosso lado… 

Se essa pessoa gostar de vocês de verdade aceita-vos tal como são… 
Porque o amor é isso mesmo, gostarmos duma pessoa e aceitarmos tudo o que ela tem, quer seja bom ou mau…

“Aprende-se a amar não quando se encontra a pessoa perfeita, mas sim quando se aprende a crer na perfeição de uma pessoa imperfeita.”

Pode ser difícil acreditarem nesta frase, mas lembrem-se, a vida também é difícil e não deixamos de acreditar nela por causa disso pois não? 
Ou se deixamos não devíamos deixar, porque por mais problemática que a vida seja, aprendemos sempre alguma coisa com ela.

Aprendam a valorizar as vossas capacidades, aquilo que têm de melhor para dar as pessoas… 
Ponham-se sempre em primeiro lugar, nunca pensem que são inferiores… 

Todos somos especiais, cada um a sua maneira e temos que acreditar nisso, o primeiro passo para que as coisas aconteçam é esse mesmo, acreditar… 
Acreditar em vocês, nas vossas capacidades… 

Acreditarem que são capazes de tudo apesar das limitações a que todos estamos sujeitos, uns mais que outros é certo…

Quanto aos homens, é certo que é bom terem perspectivas de futuro sobre trabalho e carreira mas não podem fazer com que a vossa vida gire em torno disso… 
A vida é muito mais que dinheiro e trabalho… 

A vida é amizade, amor, felicidade… 
A vida é uma montanha russa de emoções, onde temos altos e baixos e devemos aprender com eles…

Esqueçam os estereótipos que a sociedade impõe, às vezes ser a excepção é melhor que a regra… 
Não podemos ser todos iguais, as mulheres não podem ser todas modelos, os homens não precisam de ser todos doutores… 

A vida perfeita que tanta gente procura pode não ser a melhor maneira de viver… 
Lutar pela perfeição torna-se cansativo... 

Temos que aprender a viver a vida aceitando as surpresas e os altos e baixos que ela nos traz… 

Aprendam pura e simplesmente a ser FELIZES! 

«Sandy»

domingo, 24 de janeiro de 2010

As Loucuras do costume...O que é Sonhar?



Não há palavras para descrever o que é sonhar, mas mesmo assim não faz mal sonhar.


Sonhar é um escape da vida real. 
Ao sonharmos conseguimos acreditar que nem tudo na vida é mau e que podemos vir a ter a sorte de sermos felizes um dia.

É bom sonhar para esquecer os problemas por uns momentos e lembrar-nos que também podemos ser felizes.

Sonhar é tudo isto e muito mais... Uns sonham com coisas impossíveis, outros com coisas pouco prováveis, outros sonham com coisas que até podem vir a acontecer...

O mais importante é que nos sonhos nada é impossível e tudo é uma realidade... Mesmo que seja só por uns momentos esses pensamentos fazem-nos felizes e através deles podemos ser, fazer e estar onde quisermos, porque nos nosso sonhos somos nós quem decide o que fazer...

Nos sonhos podemos ser, fazer e estar com quem quisermos, somos nos quem decide isso.

Num dia podemos ser a pessoa mais rica do mundo e no outro a seguir já podemos só ter aquilo que precisamos para sobreviver.


Podemos amar quem quisermos porque nada é impossível...
Podemos ser completamente diferentes daquilo que somos na realidade e isso é o lado positivo dos sonhos...
Podemos fazer tudo, voltar atrás e mudar aquilo que não gostamos...

Na vida real infelizmente não é assim...

Nos sonhos tornamos-nos pessoas diferentes, muito mais felizes do que somos na realidade...
A nossa realidade é demasiado dura, demasiado escura.
As vezes devia ter mais cor, as vezes devia ser parecida com os sonhos...
Os sonhos são o oposto da realidade.
Se os nossos sonhos se tornassem realidade, se calhar o mundo onde vivemos tornava-se melhor e a vida talvez fosse um pouco menos sombria...
Enfim, enquanto sonhar não paga imposto, sonhem, pois como se costuma dizer, o Sonho Comanda A Vida... :)


Este texto já tem um tempinho, escrevi-o ainda andava no secundário (no 10º ano se não estou enganada...).
Hoje estava sem sono e decidi colocá-lo aqui... Apesar de não ter alterado, com as mudanças que têm vindo a passar-se na minha vida, já não concordo muito com a parte em que dizia que a nossa realidade é demasiado escura... (deve ser por estar uns aninhos mais velha...xD)

Acho que a nossa realidade só é assim, porque nós a fazemos assim... 
Nós temos a capacidade de tornar a nossa vida muito melhor, se lutarmos por isso, se não baixarmos os braços e acreditarmos que somos capazes... 

Ouvi uma frase há uns tempos que dizia: "Sonha com a vida, mas não percas a vida num sonho"... 

Acho que temos que sonhar,até porque é bom que façamos isso, mas quando temos um sonho que se pode tornar realidade, temos que lutar por ele...

Se lutarmos pelos nossos sonhos, vamos sentir-nos muito melhores... Muito mais realizados... 

Lembrem-se, na história da nossa vida, nos somos os únicos autores,somos os protagonistas, e  tal como em todas as histórias, há sempre vilões, heróis, bons e maus... 

Nada na vida é perfeito, mas nos podemos fazer com que as imperfeições completem a nossa história ajudando-nos a não cometer os mesmos erros duas vezes... 

Temos que construir a nossa vida de acordo com a nossa vontade, pois se não o fizermos vamos ser infelizes para a eternidade...

«Sandy»