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sábado, 22 de junho de 2013

The First Time, 2012


Resumo: 

"Uma comédia romântica centrada no primeiro fim de semana entre dois adolescentes inexperientes, Dave Hodgman (Dylan O’Brien)e Aubrey Miller (Britt Robertson), e a presença da menina dos sonhos de Dave, Jane Harmon (Victoria Justice)."


Ok, sim, eu sei que por esta sinopse, tão curta e digamos assim, grossa, muita gente põe de parte a visualização deste filme.

Mas este não é um filme qualquer com uma curta sinopse. 
Admito que vi-o  principalmente por causa do Dylan O’Brien pois sou fã dele e gosto bastante de o ver actuar. 

Não sabia propriamente qual era o foco principal, mas como geralmente sou fã de filmes de adolescentes e de comédias românticas, valia a pena arriscar ver este.

Este é mais um daqueles filmes que eu estou habituada a ver. 

A típica comédia romântica que nos deixa a pensar: “Quando é que me vai sair na rifa um rapaz como o Dave?”.

Sim, pode parecer injusto para com os outros rapazes, pois isto é um filme e não a vida real, mas aquilo que o Dave faz no filme, um rapaz da vida real também o pode fazer. (por isso meninos, estejam atentos ao filme e aprender alguma coisa...:b)

Eu gostei bastante do filme, para não variar. 

Sou muito suspeita para falar do Dylan, pois nunca conseguirei ser imparcial, portanto acho que me vou ficar por dizer o que achei do filme, pois se falo do actor nunca mais saímos daqui. xD

E se, num fim-de-semana, a vida como tal a conheces mudasse e essa mudança começasse quando, por acaso, alguém te encontra a falar sozinho, sobre a rapariga por quem pensas que estás apaixonado?

A história do filme começa quando, numa sexta-feira à noite, Dave, decidi declarar o seu amor à rapariga de quem gosta. Antes de o fazer, está às voltas num beco, a tentar decorar o texto que escreveu para declarar o seu amor por ela. Do nada, aparece Abrey, que o ouve e lhe pergunta o que se passa.

A partir deste momento, tudo muda.

Uma conversa, uma troca de olhares, um simples toque fazem com que Dave comece a ver as coisas com outros olhos.

Abrey, a rapariga anti romantismo (com a qual eu por acaso me identifiquei um pouco…),também muda e começa a pensar na sua vida e no seu relacionamento doutra forma.

Tinha tudo para dar errado, mas às vezes, o errado parece o mais certo a fazer-se e o que começou com uma simples e estranha conversa, converte-se em algo mais.

Se pensam que vão ver mais uma daquelas típicas comédias-românticas de adolescentes onde tudo é perfeitinho e sem erro, enganem-se.

Os relacionamentos problemáticos, as questões da “primeira vez” que tão faladas são, a família “disfuncional”, a dificuldade em demonstrar sentimentos, tudo isto está presente no filme, o que o faz ser interessante de assistir fazendo uma pessoa ficar ansiosa para ver como será o final.

O filme está tão bem conseguido, que mesmo mostrando o que muitas das vezes será a realidade numa relação, consegue fazer com que uma pessoa o veja do início ao fim, a pensar em como será que as personagens vão acabar.

Realmente recomendo este filme, pois acho que vale a pena ver, principalmente se tal como eu forem fãs de comédias românticas. (E do Dylan O'Brien...xD)

É uma história engraçada, divertida e muito fofa, onde os diálogos estão fantásticos e têm sempre razão de ser onde nada passa despercebido.

Não é mais um filme de adolescentes. 
É um filme de adolescentes com muito que se lhe diga.

Vejam, porque realmente vale a pena. :)


P.S.: Por favor, alguém me diz onde eu arranjo um Dave para mim? xD

P.S.1: Cada vez gosto mais do Dylan O’Brien! *.*
Realmente vale a pena ver mais trabalhos dele, para além de Teen Wolf...
Ele nunca perde a graça e é sempre hilariante. Pura e simplesmente ADORO-O! :D


«Sandy»

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

The Hunger Games, 2012


Resumo: 

"Num futuro não muito distante, os E.U.A. sucumbiram a secas, guerras, fogos e fome, e deram lugar a Panem, lugar que está dividido em 12 estados. 

Todos os anos nas ruínas do que foi a América do Norte, a nação de Panem força cada um dos seus 12 distritos a enviar um menino e uma menina para competir nos Jogos Vorazes.

Para entretenimento das massas todos os anos se realizam os Hunger Games, onde 2 representantes de cada estado se digladiam até à morte.

Parte para entretenimento da torcida, parte para táctica de intimidação do governo, os Jogos Vorazes são um evento em que “Tributos” devem lutar um contra o outro até que sobre apenas um sobrevivente.

Disputando a arena com Tributos altamente treinados que se prepararam para estes Jogos durante as suas vidas inteiras, Katniss é forçada a confiar nos seus instintos afiados, assim como na orientação de um antigo vencedor da competição do seu distrito e actualmente viciado na bebida, Victor Haymitch. Se ela está disposta a voltar para casa o Distrito 12, Katniss vai ter que fazer escolhas impossíveis para sobreviver na arena, escolhas essas que vão contra a sua humanidade e o contra o amor."


Ainda agora, depois de ver este filme por duas vezes, fico a pensar no que escrever acerca dele. 
Há tanta coisa para dizer que nem sei muito bem por onde começar.

Vou tentar começar pelo início, se calhar é mais fácil assim. 


Estamos perante mais uma adaptação cinematográfica de uma obra literária que teve sucesso em todo o mundo. 

Para já, não posso falar dos livros pois com muita pena minha ainda não os li, mas mal possa a minha próxima aquisição para a minha mini-biblioteca pessoal vão ser eles. 

Fiquei mesmo com curiosidade de os ler depois de ver o filme.

Em algumas das críticas que li acerca deste filme, o foco principal era uma comparação entre a Saga Twilight e a Trilogia de The Hunger Games. 


Diziam esta que tal como a Saga de Stephanie Meyer era direccionada ao público adolescente que vibra e vibrou por Twilight.

Não pensem que vou criticar Twilight, porque tal como sou fã de The Hunger Games, também sou fã de Twilight, mas na minha visão das coisas, estes dois filmes são incomparável. 


Não escolho como preferido nenhum dos dois, pois gosto de ambos de maneiras diferentes.

Em The Hunger Games é-nos apresentada uma protagonista que desde cedo aprende a lutar pela sobrevivência e por manter a sua família viva. Katniss Everdeen é o exemplo duma rapariga corajosa, destemida e lutadora, que não baixa os braços mesmo sendo a sua vida tão complicada. 


No momento em que a sua irmã mais nova, o seu bem mais precioso, é escolhida como Tributo numa luta onde a morte é quase certa, ela não perde tempo e voluntária-se no seu lugar sem sequer pensar duas vezes.

Quando se vê na Capital, percebe que a sua melhor hipótese está em conquistar o público, fazendo com que ele se apaixone por ela e pela sua história. Tal como ela diz no filme, ela não está habituada a cativar as pessoas, mas para o conseguir vai ter a ajuda do outro Tributo do seu distrito, Peeta Mellark.

Estamos perante um filme para “miúdos e graúdos”, que nos deixa a pensar em assuntos como a luta pela sobrevivência, o matar para não ser morto. Perguntas como o que farias se tivesses no lugar dos Tributos?, ou serias capaz de matar para sobreviver?, estão presentes do início ao fim do filme.

Um filme que aconselho a ver e que tenho a certeza que vai deixar a pensar todos os seus espectadores, pois num mundo em que a falta de amor ao próximo, a falsidade e a ignorância estão cada vez mais presentes, pensar em como seria a nossa vida se tivéssemos que lutar por ela todos os dias torna-se um bom exercício mental.


«Sandy»

One For The Money, 2012


Resumo:

“Stephanie Plum, uma orgulhosa nativa de Jersey, tem atitude de sobra, mesmo estando há seis meses sem trabalho e o seu carro ter sido confiscado por falta de pagamento. 

Capaz de tudo para conseguir dinheiro rápido, mas com todas as opções esgotadas, Stephanie tenta um último recurso: convencer o seu primo manhoso a dar-lhe um emprego na sua empresa como caçadora de recompensas.


A verdade é que ela nem um par de algemas tem e a sua arma preferida é o spray-pimenta, mas nem isso a vai deter; Stephanie está determinada a “capturar” o homem mais procurado pela empresa do primo: Joe Morelli,  um ex-polícia suspeito de assassinato – exactamente o mesmo sexy e irresistível Joe Morelli que a seduziu e abandonou nos tempos de liceu.


“Apanhar” Morelli seria, por si só, uma boa recompensa – e um excelente prémio monetário – mas à medida que Stephanie vai aprendendo as manhas do trabalho com o atraente agente Ranger – um colega de ofício considerado o melhor do mercado- ela também percebe que o caso contra Morelli está longe de ser perfeito.


Somando a isto a sua família intrometida, um pugilista violento, testemunhas que vão aparecendo mortas e as fortes emoções que surgem quando encontra o próprio Morelli…  facilmente se percebe que, afinal,  o novo trabalho de Stephanie não é tão fácil como parecia.”






Este filme é uma típica comédia romântica, divertida e onde o romance está sempre presente.
Gostei da história, acho que ajuda a aprender que subestimar o poder e a força duma mulher é algo que é muito mal pensado… 

Isto de sermos o sexo fraco está ultrapassado e este filme ajuda a demonstrar isso mesmo.

A rapariga que ao início era subestimada, em quem só se apostava contra, ensina que com persistência e uma boa dose de sensualidade e um bom gás pimenta, somos bem capazes de conseguir aquilo que queremos. (Sensualidade e gás pimenta pelo menos ajuda a protagonista a apanhar os criminosos…xD)

Aquilo que começa por ser uma vingança por causa da raiva acumulada desde os tempos do liceu vai ajudá-la, não só a ganhar o tão ansiado “Money”, mas também a resolver os vários crimes que vão acontecendo ao longo do filme.

Muito divertido, com boas doses de comédia e de mistérios por resolver, é um bom filme para dar umas boas gargalhadas e pôr a cabeça a pensar para ajudar a resolver os enigmas ao longo do filme.

«Sandy»